Cookie Funcional De Chocolate Amargo

Cookie Funcional De Chocolate Amargo

Ingredientes:

  • 1 xícara de farinha de arroz (120g);
  • 1/3 xícara de farinha de coco (70g);
  • 1 ovo;
  • 1/3 xícara de açúcar de coco (30g);
  • 1/3 xícara de açúcar mascavo ou demerara (45g);
  • 1/2 colher de café de bicarbonato de sódio;
  • 80g de manteiga ghee ou óleo de coco extra-virgem ou pasta de amendoim ;
  • 1 colher de café de essência de baunilha (opcional);
  • 100g de chocolate 85% cacau picado;

Preparo:

  • Em um bowl colocar as farinhas, o fermento e o bicarbonato. Misturar tudo com uma colher e reservar.
  • Na tigela da batedeira, coloque a manteiga ghee derretida, ovo, essência de baunilha e os açúcares.
  • Bater até obter uma mistura homogênea. Sem parar de bater, vá adicionando a mistura de farinha aos poucos.
  • Desligue a batedeira e adicione o chocolate picado, e misture com uma colher.
  • Cubra a mistura e leve à geladeira por cerca de 30 minutos.
  • Após, unte uma assadeira com óleo de coco, faça bolinha com a massa, coloque na assadeira e dê um leve achatada com as mãos.
  • Leve ao forno pré aquecido a 180 graus por aproximadamente 15 minutos, ou até dourar.

Bom apetite!

(Receita e Imagem original by Tati Fusco)

Requisitos para comprar um azeite de boa qualidade

Requisitos para comprar um azeite de boa qualidade

1- Nome. O bom azeite é o  EXTRA-VIRGEM. Há no mercado outros tipos de azeite (azeite virgem, ou o “azeite de oliva”, que não possuem boa qualidade. Assim sendo, saiba as diferenças entre eles:

  • Azeite de oliva extra-virgem:  É o melhor azeite de todos. Ele vem da primeira prensagem das azeitonas, contém acidez de no máximo 0,8% (o ideal mesmo, é que a acidez seja abaixo de 0,5%).  Além do ótimo valor nutricional , o azeite extra-virgem com baixa acidez e prensado a frio tem um sabor e aroma bem melhores que os demais.
  • Azeite virgem: É um azeite com teor de acidez mais elevado (1-4%) do que o azeite extra virgem, por isso retém somente alguns dos seus aromas, sabores e propriedades naturais. Este tipo de azeite, contêm maior quantidade e ácidos graxos livres do que monoinsaturados, tornado-o um azeite de baixa qualidade nutricional.
  • Azeite de oliva: Esse é o óleo estocado em grandes quantidades nas prateleiras dos supermercados. É um óleo comum e de baixa qualidade (como o de soja, por exemplo) misturado a uma grande quantidade de  azeite virgem, mais uma pequena quantidade do azeite refinado. Normalmente estes tipos de azeite tem um preço mais acessível, mas não são as melhores opções, definitivamente.

2- Embalagem. O ideal é que o azeite venha em garrafa de vidro ou cerâmica de cor escura, para evitar a oxidação e para evitar contaminação por substâncias químicas (o que acontece com as latas).  Sempre armazene o azeite longe da luz solar e calor, para evitar que ele se deteriore, torne-se rançoso e de baixa qualidade nutricional.

3- Acidez. Os bons azeites contêm acidez igual ou menor a 0,5%. Esta informação deve vir no rótulo, obrigatoriamente. O grau de acidez indica a quantidade de ácidos graxos livres e ácidos graxos monoinsaturados do azeite. qanto mais ácidos graxos monoinsaturados, melhor a qualidade do azeite.

4- Coloração. Os bons azeites tem uma coloração mais escura, um amarelo-esverdeado-escuro. Quanto mais claro, pior é a qualidade do azeite. Obs. A observação da cor somente não é garantia da qualidade do seu azeite, o ideal é que você verifique todos os outros requisitos para ter certeza da qualidade do produto que está comprando.

5-  Validade. Não adianta cumprir todos os requisitos e se esquecer de olhar a validade do produto na embalagem. Compre sempre num prazo de validade que esteja dentro do tempo que vc vá consumir!

 

Arroz para todos os gostos!

Esse grão é a base das refeições de praticamente metade da população mundial. Presente em tantas culturas gastronômicas, este ingrediente, pra lá de versátil, deixou de ser acompanhamento para tornar-se protagonista de muitos pratos. Mas será que arroz é tudo igual? Confira as características dos vários tipos de arroz:

Agulhinha: este é o arroz mais consumido no Brasil. É obtido a partir da retirada da casca do grão integral. Apesar de assimilar bem o sabor dos ingredientes adicionados ao prato, o arroz não assume consistência cremosa. No dia-a-dia, é usado em função da rapidez no cozimento, textura solta e paladar agradável.

Basmati: arroz aromático de grão longo, geralmente usado em pratos indianos. É tido como um grão com qualidade superior. Considerado leve, acompanha pratos que levam condimentos como curry ou pilaf.

Jasmim: muito similar ao basmati – porém com menos goma, o arroz jasmim também é chamado de ‘thai’. De origem tailandesa, é conhecido como um dos arrozes mais agradáveis e aromáticos do mundo. O seu sabor único faz com que seja um prazer para o paladar.

Carnaroli: esta espécie, rica em amido, libera durante seu cozimento uma substância que deixa os pratos com consistência bastante cremosa. Este arroz é indicado principalmente para compor risotos. As características do grão permitem absorver o sabor dos vários ingredientes adicionados ao prato.

Arbório: assim como o carnaroli, o arroz arbório possui uma boa quantidade de amido e deixa os pratos mais cremosos, sendo bastante usado em risotos, principalmente na culinária italiana.

Vialone nano: este tipo de arroz também faz parte dos arrozes de origem italiana. O grão polido fica cremoso após o cozimento, mas, ainda assim, mantém a forma arredondada. Assim como o carnarolli e o arbório, este arroz é indicado para o preparo de risotos.

Preto ou Negro: o paladar do brasileiro, adepto ao consumo de arroz branco ainda não está muito acostumado com arrozes de outras cores. O preto tem grão escuro, curto e arredondado, textura firme, sabor exótico e aroma diferenciado. Geralmente, está presente em receitas elaboradas, como risotos, peixes de sabor acentuado, frutos do mar e carnes de caça. O arroz preto possui proteínas e fibras. É rico em compostos antioxidantes, vitaminas E do complexo B.

Selvagem: este, apesar do nome, não é bem um arroz, mas sim uma gramínea aquática típica dos Estados Unidos e Canadá. Os grãos são escuros e se destacam pelo comprimento. Utilizado em pratos sofisticados, atrai pela sua aparência, sabor e aroma marcante, que lembram o das ervas.

Cateto: este tipo de arroz também é conhecido como ‘japonês’. Com grãos curtos, curvados e um pouco transparentes, tem grande quantidade de amido e, após o preparo, tende a ficar mais macio e cremoso, se comparado com o arroz polido.

Vermelho: o arroz vermelho foi cultivado inicialmente na China e trazido ao Brasil pelos portugueses. Por ser parcialmente polido, ele retém maior número de nutrientes, a sua composição se destaca pelo alto teor de ferro e zinco. Tem sabor levemente defumado e é indicado para fazer bolinhos, saladas e para acompanhar carnes brancas, como peixe e frango.

Trinca: de grão redondo, este arroz é ideal para pudins e doces. Os grãos têm bastante amido e, por isso, aglomeram-se durante o cozimento.

Bomba: o grão é curto e redondo e absorve parte da água durante o cozimento. Este arroz é um dos mais usados na paella, prato típico da Espanha.

Parboilizado: este tipo de arroz possui elevado valor nutricional já que sofre um processo de cozimento dentro da casca, preservando os nutrientes e as fibras.

Integral: com a retirada apenas da casca, o arroz integral preserva a película e o gérmen, onde se concentram as fibras, vitaminas e minerais. As fibras ajudam no bom funcionamento do intestino e no controle do colesterol, além de aumentarem a sensação de saciedade.

Fonte: Culinária Terra11arroztipos

Água de coco: a queridinha do verão

O coqueiro é um dos principais recursos vegetais da humanidade. É considerado pelos pesquisadores como a árvore da vida, a planta de mil e uma utilidades. Todas as suas partes, como raiz, caule, folha, inflorescência e fruto são empregadas para fins artesanais, alimentícios, nutricionais, agroindustriais, medicinais e biotecnológicos, entre outros.
Nutricionalmente falando, tudo no coco faz bem: a água, a gordura e também o que se pode fazer com seus componentes, como farinha de coco, leite de coco, etc… A polpa do coco verde é bastante nutritiva. O leite dela extraído, após passar por um processo de retirada da gordura, pode ser usado na alimentação infantil para crianças que apresentam intolerância ao leite de vaca, e usado em diversas receitas.
Definida como a parte líquida do fruto do coqueiro (C. nucífera), a água de coco corresponde à cerca de 25% do peso do fruto e sua composição básica apresenta 93% de água, 5% de açúcares e 2% de proteínas, vitaminas e minerais. Glicose e frutose são os açúcares predominantes nos frutos jovens, enquanto a sacarose é o açúcar mais abundante nos frutos maduros. Um copo de água de coco equivale às calorias de uma fruta pequena (44 kcal em 200 ml)
  Veja a composição nutricional detalhada:
  • potássio (156,86mg/100g)
  • sacarose (280mg/100mL água de coco);
  • fósforo (7,40mg/100g);
  • sódio (7,05mg/100g);
  • magnésio (4,77mg/100g)
  • frutose (2400mg/100mL);
  • glicose (2378mg/100mL);
  • cálcio (17,10mg/100g)
  • Calorias: aproximadamente 44 kcal em 200 ml
Obs. As concentrações de sais minerais podem variar, principalmente em função da variedade da palmeira, grau de maturação, tipo de solo cultivado e do uso de fertilizantes.
Benefícios:
A água de coco é amplamente consumida no mundo inteiro não somente por ser uma bebida refrescante, mas também devido às suas inúmeras qualidades terapêuticas.
  • A densidade da água de coco é semelhante à do plasma sanguíneo, assim pode ser usada como infusão intravenosa, em casos de desidratação, devido ao seu pH favorável (Por este fato, ela foi utilizada durante a Segunda Guerra como soro fisiológico para reequilibrar os líquidos do organismo, durante as cirurgias de emergência
  • Auxilia no tratamento de distúrbios intestinais;
  • É indicada após desgastes físicos, devido a presença de potássio, magnésio e carboidratos e pela capacidade de rápida reidratação.

Outros benefícios curiosos:

  • A água de coco é um diluente e conservante de sêmen, devido a presença de uma substância chamada ácido indol-acético presente na água de coco, que aumenta a vida útil e a motilidade dos espermatozóides;
  • Mantêm a longevidade das células das córneas humanas para transplante;
  • Auxilia no meio culturas de tecido, vírus, bactérias e na obtenção de vacinas contra febre aftosa, raiva e leishmaniose;
  • Pode ser utilizada como meio de cultura para células vegetais, como embriões e pólen;
  • Na Índia, a água de coco fermentada é utilizada como suplemento protéico na refeição escolar, tendo sido observados aumentos no rendimento escolar e na estatura das crianças.
Contraindicações:
 Hipertensos e diabéticos não devem consumir água de coco em excesso, pois o líquido contém muito sódio e carboidrato. Para estas pessoas, o consumo deve ser moderado, podendo variar individualmente.
Cuidados na compra:
Na hora de comprar a fruta, preste atenção para não escolher aquelas que apresentem casca trincada e manchas marrons; e depois de aberta, consuma o líquido imediatamente.

E dá-lhe água de coco!!

🙂  😉  😀AGUACOCO

Cocada saudável

Ingredientes:

  • 2 xícaras de coco ralado
  • 3 claras

Modo de Preparo:

  • Em uma tigela misture os ingredientes. Unte uma forma com óleo de coco (pode ser outro óleo também). Com uma colher de sobremesa, faça as cocadinhas e coloque na forma.
  • Aqueça o forno à uma temperatura de 175°C e coloque a forma de cocadinhas para assar por 15 minutos (não deixe mais do que esse tempo para não ficar muito seca). Coloque em potes e guarde por até 7 dias na geladeira.

 

  • cocadinha025

Filé de frango saudável

Ingredientes:

  • 5 filés de frango (se possível opte pelo frango sem hormônio)
  • sal marinho a gosto
  • pimenta do reino moída e ervas a gosto
  • ½ xícara (chá) de vinho branco seco

Ingredientes para o recheio:

  • 2 colheres (sopa) de óleo de amendoim ou óleo de girassol
  • 1 maço de brócolis cozido e picado
  • ¼ xícara (chá) de aveia em flocos
  • 1 xícara (chá) de requeijão light
  • alho a gosto
  • sal marinho a gosto

Ingredientes para empanar:

  • 1 xícara (chá) de aveia em flocos
  • ½ xícara (chá) de gergelim
  • sal a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • 2 claras

Preparo do Recheio:

  • Refogue o alho no óleo de amendoim ou de girassol. Acrescente o brócolis picado e mexa por alguns minutos em fogo médio. Junte a aveia, o requeijão, o sal e a pimenta. Misture bem e reserve.

Preparo do Frango:

  • Corte cada filé, abrindo-os formando um bife fino e grande.
  • Tempere os filés com sal marinho, pimenta e o vinho branco. Deixe-os neste tempero por 30 minutos. Divida o recheio em partes iguais e recheie cada filé. Feche-os com palitos de madeira.

Como Empanar:

  • Misture a aveia, o gergelim, o sal e a pimenta. Passe os filés nas claras batidas com um garfo e, em seguida, na mistura de aveia e gergelim. Leve-os para assar em um refratário untado com azeite em forno preaquecido, a 180º C, por aproximadamente em 40 minutos, virando na metade do tempo, ou até que a superfície esteja levemente dourada e crocante

Sugestão de acompanhamento: batata doce cozida ou assada, levemente dourada no azeite com  alecrim e ervas.

Bom apetite! :
Filé de Frango Empanado com Aveia e Gergelim Recheado com Brócolis

Pão sem glúten – outra versão

Para a alegria dos celíacos ou adeptos a vida sem glúten, vai mais uma receitinha de um pãozinho delícia, fica bem macio! 😉

Ingredientes:

  • 4 ovos inteiros (de preferência orgânicos)
  • 1 1/2 xícara de chá de leite zero lactose ou leite de coco ou leite de avelã ou leite de arroz ou leite de aveia ou leite de avelã (ufa!)
  • 1 pote de iogurte natural desnatado (pode ser com ou sem lactose)
  • 1 xícara de chá de farinha de arroz
  • 1/3 xícara de chá de farinha de milho (fubá)
  • 1/3 xícara de chá de farinha de mandioca
  • 1/3 xícara de chá de fécula de batata (ou grão-de-bico)
  • 2 colheres de sopa de farinha de linhaça (opcional)
  • 1/2 xícara de chá de óleo de girassol ou óleo de amendoim ou óleo de coco
  • 1 colher de chá de sal marinho
  • 1 colher de sopa de açúcar demerara
  • 1 colher de chá de fermento para pão
  • Nozes, castanhas, amendoas, pistaches, sementes de girassol, etc (faça um mix com suas oleaginosas preferidas)

Modo de preparo:

  • Bater em liquidificador ou mixer os líquidos todos e acrescentar os secos. Colocar em forma untada (pão de forma), deixar crescer até dobrar de volume.
  • Levar em forno pré-aquecido à 180 graus e aumentar para 220 graus.

RECEITA-MARCELO-FACINI-PAO-SEM-GLUTEN

Trouxinhas de atum

Ingredientes:

  •  1 Lata de atum em Água,
  • 2 a 3 folhas de alface Americana
  • cebola picada, azeitona picada
  • 2 nozes trituradas/quebradas
  • 2 colheres de sopa de iogurte Grego sem sabor,
  • 1 colher de chá de mostarda (cremosa),
  • pimenta a gosto

Preparo: Misture o atum com os demais ingredientes e coloque sob folhas de alface americana.

Boa opção para os dias de jantar rápido e low carb!

Bom apetite!IMG_1227

Tapioca é o novo pão!

O que é e de onde vem?

A tapioca é um prato típico do Norte e Nordeste do Brasil, de origem indígena e feita com fécula de mandioca. É um alimento  rico em carboidratos e ideal para quem pratica atividades físicas, por fornecer energia rápida (excelente pré-treino). Por ser livre de glúten e não possuir contraindicações,  esse “novo pão” vem ganhando espaço no cenário saudável e fitness de todo o mundo.

Quando comparamos a tapioca ao pão branco, que utiliza farinha refinada, a primeira opção é a melhor escolha por ser natural e livre de gordura. Além disso, a tapioca  é livre de glúten e é uma ótima alternativa para as pessoas que têm intolerância/celíacos.

Mas…e o índice glicêmico?

O Índice glicêmico da tapioca (quando consumida pura) é tão alto quanto o de um pão comum; mesmo assim a tapioca é  mais saudável. O Índice glicêmico (IG) representa a velocidade em que a glicemia aumenta no sangue.  Quando o assunto é emagrecimento ou Diabetes, o IG é um fator de extrema importância. Quanto menor o índice glicêmico, melhor! Para reduzir o IG da  tapioca , basta combiná-la com proteínas magras, gorduras saudáveis e fibras, que vão “retardar” a  absorção de glicose. Simples assim! 🙂

Formas de consumo:

A tapioca pode ser consumida no café da manhã ou no lanche, ou substituindo o pão. Os  recheios e a quantidade vai variar individualmente, cálculo que deve ser feito por uma nutri. Pode ser recheada com frutas, geleias sem açúcar, proteínas magras, queijos magros, patês, etc.

E agora, aprenda a fazer o novo pão do momento! Em breve postarei  receitinhas aqui no site, nas versões salgada e doce (porque a nutri aqui é formiga e não nega, rs)

Beijos e dá-lhe tapioca!

tapioca

 

Bolinho de batata doce e whey

Ingredientes:

  • 200g de batata doce cozida
  • 1 ovo
  • 6 claras
  • 2 scoops de Whey Protein (sabor a gosto)
  • 1 col (sobremesa) de Agave Azul ou 1 col. (sopa) de adoçante culinário
  • Canela a gosto

Preparo:

  • Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque em uma forma ou forminhas de bolo e leve ao forno preaquecidos até que fique fofinho (vá espetando com um garfo para saber o tempo certo, que vai variar de forno para forno)

Receita by danybettyboop

Bom apetite! Beijos da nutri!bolobatdoce